Opa! Mas dia 2 já? O dia 1 está aqui 😉 De nada!
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| Dia lindo de muito sol e céu azul |
Dia 2 - Sábado:
O plano era acordar cedo e pegar o primeiro ônibus para Trindade. Mas, acordamos a hora que acordamos, nos arrumamos com calma, fomos tomar café em uma pequena lanchonete próxima a aonde estávamos, e como o dia estava ensolarado, aproveitamos para tirarmos algumas fotos na praia do Pontal que ficava na rua atrás do nosso airbnb e daí fomos à rodoviária para esperar pelo ônibus de Trindade (R$5,00 a passagem).
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| Numa espécie de forte de pedras na Praia do Pontal |
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| Praia do Pontal Vista ao final da rua no nosso Airbnb |
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| Praia do Pontal - Paraty/RJ |
Esperamos um pouco, pois o ônibus tem um intervalo de meia hora entre um e outro, mas seguimos viagem a Trindade. A estrada é tortuosa, com muita subida, e tem um trecho em que o ônibus passa em umas pedras e bem na beirinha do mar(!!). Morremos, mas passamos bem kkk
Chegando a trindade, fomos à praia do meio que estava IM-POS-SÍ-VEL! Muito cheia, todos sem máscara, música alta por todo lado, churrasco... o verdadeiro CAOS. Já estávamos pensando em dar meia-volta e ir direto para a fila do ônibus de volta a Paraty, quando lembramos que havia outra praia (Praia do Cachadaço), mas que pegava uma rápida trilha e resolvemos arriscar.
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| A única foto de Trindade que tirei com o celular |
A trilha é uma longa subida de degraus e umas partes lisas (com lama, pois havia chuvido até aquele dia), então, um pouco puxada para quem não tem muito preparo físico (ou problemas de coluna/joelho), mas tem corrimão de madeira por toda sua extensão. Logo, com calma, você consegue chegar à praia. Chegamos, curtimos o sol tímido que fazia, tomamos uma cervejinha, mas não entramos no mar, pois estava muito agitado. Voltamos pouco antes de cair a chuva que uma nuvem enorme e cinzenta trazia. A volta, apesar de termos pegado uma leve chuva na estrada, foi tranquila.
Como não tínhamos almoçado, decidimos fazer um lanche, para comermos um risotto no restaurante que vimos no dia anterior. Lanchamos uma versão modificada e deliciosa de um croque monsieur no Canário da Terra: o Croque Sinhô, com recheio de carne-seca desfiada e queijo, gratinado com bechamel de abóbora!! Não vou me cansar de dizer que estava DIVINO. Inclusive, saudades <3
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| Croque sinhô dos deuses! |
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| Mais um pedacinho do Bistrô |
Comemos, conversamos com a funcionária, que nos deixou conhecer a parte da pousada que é um mini-refúgio, logo atrás do bistrô e com certeza vou querer voltar para me hospedar ali! Depois, cansadas, voltamos para ''a casinha'' para descansar e sair para comer quando a noite já tivesse caído. Choveu, mas não desanimamos e na hora que estávamos saindo, a chuva diminuiu e seguimos para o restaurante que iríamos jantar: O Bartholomeu.
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| A entrada super charmosa pela Praça da Matriz |
Como era nossa última noite, e eu estava doida para comer esse risoto desde que pisei em Paraty, reservei o melhor look (e o dinheirinho, pois não é um restaurante tão acessível) e fomos aproveitar o Bartholomeu. Pedi o Risoto de Mignon com queijo gorgonzola e um vinho tinto, Carol também foi de risoto, mas no lugar do vinho, pediu uma deliciosa Gin tônica que me arrependi de não ter pedido também. Comemos devagar, jogamos conversa fora, aproveitamos aquele cantinho especial que é o restaurante, e depois fomos andar mais um pouco, aproveitando que a chuva tinha nos dado uma trégua.
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| Um dia nos encontraremos novamente <3 |
Compramos mais chocolates, andamos mais um pouco e voltamos para a ''casinha''.
Um beijo!
Até o próximo post.
Letícia O.
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